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14/03/2019
Importância da América do Sul para o futuro da agricultura
Com vasta disponibilidade de terras, recursos hídricos ricos e uma população relativamente pequena, o continente sul-americano continuará sendo uma região crítica e crescente para a agricultura em 2019. Foi isso que afirmaram Felipe Lanusse e Luis Casanova, assessores da Verdant Partners, em um texto publicado no portal AgroPages.com.

“Prevemos crescimento contínuo para empreendimentos competitivos envolvidos em insumos biológicos, genética, safra de commodities nicho de culturas de árvores e mercados de produtos. A disponibilidade limitada de capital na América do Sul continua a ser um desafio para as pequenas e médias empresas, com necessidades de capital que variam de financiamento de P & D a capital de giro incremental para apoiar projetos de crescimento e investimento, ou seja, instalações de processamento”, afirmam.

Especificamente quanto ao Brasil, os especialistas afirmaram que é o país mais importante para o continente, visto todo o seu potencial produtivo. “O Brasil, com mais de 200 milhões de habitantes, 34 milhões de hectares de soja colhida e 17 milhões de hectares de milho em 2017, é a maior economia da América do Sul. O país é líder em agricultura de lavouras em fileiras e é também uma bacia de empresas iniciantes focadas em AgTech e produtos biológicos”, comentam.

Quanto à Argentina, a importância não é menos considerável. “A Argentina é um dos principais centros mundiais de consumo e produção de sementes e possui técnicos qualificados que estão na vanguarda da P & D internacional. Dentro do setor de sementes, firmas como Stine (EUA) e Sakata (Japão) estão realizando seu desembarque no país com expectativas de aumentar suas vendas na região. Pelo contrário, empresas locais como Criadero Santa Rosa e Don Mario estão se expandindo para mercados estrangeiros: a África do Sul e os EUA, respectivamente”, completam.  

Fonte: Agrolink
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